Roupa vs. Arquitetura
Arquitetura e moda são duas formas de arte que
visam proteger o corpo ou um espaço, explorar o campo criativo, representar
determinado estilo e se expressar, podem ser usadas com intuito de criticar,
causar admiração e caracterizar épocas distintas. Além do mais, tanto o
estilista quanto o arquiteto são livres para criar novas tendências e os
clientes livres para escolher a qual mais se identificam. Entretanto, a relação
do indivíduo com as roupas é mais mutável e individual, enquanto a do arquiteto
com seu espaço e desse espaço com as pessoas é mais abrangente, pois o
arquiteto pode expressar seus gostos e criar algo com um intuito e isso ser
interpretado de outra forma. Assemelham-se ainda quando associadas à
praticidade, já que muitas pessoas vêm as
vestimentas apenas como forma de se proteger do frio ou calor e os ambientes
como abrigos, enquanto outras têm percepção de que esses foram pensados com
base na estética, no momento social vivido, conforto e produção artística.
Depois da discussão sobre o assunto no Museu de Arte da Pampulha foi evidenciado a diferença de escalas entre os dois e como essa característica é importante na tênue diferença existente, além do mais o questionamento acerca da possibilidade de substituição da roupa pela arquitetura foi novamente levantado e a minha conclusão foi que não, porque mesmo a roupa sendo capaz de promover um diálogo inicial ou identificação com algum grupo, não fornece um espaço para socialização - processo fundamental ao ser humana- ou um abrigo e também pela improbabilidade de se falar em vestir um edifício ou uma casa. Por fim, o ponto principal é que as muitas diferenças e semelhanças entre os assuntos só contribuem para a não existência de uma resposta correta para tal pergunta.
Depois da discussão sobre o assunto no Museu de Arte da Pampulha foi evidenciado a diferença de escalas entre os dois e como essa característica é importante na tênue diferença existente, além do mais o questionamento acerca da possibilidade de substituição da roupa pela arquitetura foi novamente levantado e a minha conclusão foi que não, porque mesmo a roupa sendo capaz de promover um diálogo inicial ou identificação com algum grupo, não fornece um espaço para socialização - processo fundamental ao ser humana- ou um abrigo e também pela improbabilidade de se falar em vestir um edifício ou uma casa. Por fim, o ponto principal é que as muitas diferenças e semelhanças entre os assuntos só contribuem para a não existência de uma resposta correta para tal pergunta.


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